Na realidade, ainda me faltam, pois borbulham ainda questões como "quanto vale (e tem como fazer essa conta?) o corpo de uma prostituta?", "o que é sacrifício e o que é renúncia?", "quanto uma decisão pode mudar para sempre toda a nossa existência?", "a morte é sempre a última opção?", "até quando o corpo da mulher será moeda de troca?", "qual a linha tênue que separa o desejo e a posse", e por aí passam devaneios de uma jovem feminista, uma mulher que ainda está se formando politica e emocionalmente, uma mulher que ainda chora com fatos que muitos dizem nem perceberem mais.Esse é um filme que recomendo pela sua essência e maravilhosa fotografia.


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