13 de ago. de 2012

Enfim...Flores do Oriente

Levei um tempo para poder escrever sobre Flores do Oriente porque esse filme me fez questionar tantas coisas que me faltavam palavras.
Na realidade, ainda me faltam, pois borbulham ainda questões como "quanto vale (e tem como fazer essa conta?) o corpo de uma prostituta?", "o que é sacrifício e o que é renúncia?", "quanto uma decisão pode mudar para sempre toda a nossa existência?", "a morte é sempre a última opção?", "até quando o corpo da mulher será moeda de troca?", "qual a linha tênue que separa o desejo e a posse", e por aí passam devaneios de uma jovem feminista, uma mulher que ainda está se formando politica e emocionalmente, uma mulher que ainda chora com fatos que muitos dizem nem perceberem mais.
Esse é um filme que recomendo pela sua essência e maravilhosa fotografia.

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